FotoVolt: olho no futuro e 40 anos de bagagem

FotoVolt: olho no futuro e 40 anos de bagagem
Lançada em agosto’15 como edição especial da revista Eletricidade Moderna, a FotoVolt, devido ao seu sucesso, tornou-se rapidamente referência em energia fotovoltaica. Isso levou a Aranda Editora transformar a FotoVolt, já a partir de novembro’15, em uma publicação independente. No país do sol abundante e das tarifas nas alturas, produzir a própria eletricidade torna-se não só possível como vantajoso. FotoVolt vem para acompanhar de perto e fazer parte dessa história.
Destaques do mês


A revista FotoVolt de maio/junho já está online. O destaque da edição vai para a prévia da The Smarter E South America 2019 (São Paulo, 27 a 29 de agosto), na pág. 42, evento que agrega três feiras industriais, uma exposição especial e dois congressos, abarcando todas as áreas essenciais da cadeia de valor do novo mundo da energia, com ênfase na energia solar fotovoltaica (FV), e que inclui e fortalece a Intersolar South America em sua 7ª edição. Veja na pág. 30 o artigo Células coladas tornam a energia fotovoltaica “mais verde”, que mostra a evolução recente dos adesivos eletrocondutivos tornou possível a interconexão de células por colagem, permitindo que os módulos também cumpram a diretiva europeia RoHS, evitando o chumbo. A colagem também é ideal para tecnologias de células de alta eficiência que não podem sofrer temperaturas de solda.

E na pág. 36, o artigo Eficiência energética de sistemas de armazenamento de energia fotovoltaica – Parte 1, mostrando que, para permitir a avaliação da eficiência do armazenamento de energia fotovoltaica (FV) em residências, sistemas selecionados foram comparados com um sistema ideal durante seis dias. A economia real foi correlacionada com o potencial teórico de economia. Simultaneamente, o ensaio comparou a eficiência total de um sistema de armazenamento acoplado por corrente contínua com a de um sistema acoplado por corrente alternada. Também nesta edição tem o guia inédito de Seguidores solares (trackers) e a atualização do guia de Estruturas para sistemas fotovoltaicos.

Leia a revista: http://www.arandanet.com.br/assets/revistas/fotovolt/2019/maio/index.php

Potencial de investimentos da energia fotovoltaica em galpões e armazéns é de r$ 6,8 bilhões

Construção a seco

O mercado de galpões e armazéns industriais em uso no Brasil, com uma área total estimada em 12 milhões de metros quadrados (fonte: Cushman & Wakefield), representa um potencial de investimentos de R$ 6,8 bilhões para a geração solar fotovoltaica no Brasil, segundo estimativa conservadora da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

De acordo a entidade, se a metade da área dos telhados de todos os galpões e armazéns ocupados no Brasil fosse aproveitada para gerar energia elétrica renovável pela fonte fotovoltaica, a potência instalada seria de cerca de mil megawatts (MW), suficientes para abastecer cerca de 500 mil residências ou dois milhões de brasileiros. Os empregos diretos gerados com tais investimentos seriam da ordem de 30 mil postos de trabalho.

O levantamento mostra ainda que o potencial de geração de eletricidade seria de 1,7 mil megawatts/hora ao ano, o que corresponde a uma economia de aproximadamente R$ 900 milhões na conta de luz e uma redução de emissões de CO2 de aproximadamente 132,7 mil toneladas por ano. O payback para esses investimentos é estimado em 7,5 anos.

Para o presidente-executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, aproveitar a energia solar fotovoltaica em telhados e fachadas de edifícios residenciais, comerciais, industriais, públicos e rurais ao redor de todo o País é um negócio sustentável dos pontos de vista econômico, social e ambiental.

“O mercado de galpões e de armazéns é apenas um entre inúmeros que podem ser utilizados para alavancar o crescimento da energia solar fotovoltaica no Brasil e, simultaneamente, contribuir para atingirmos os compromissos assumidos pelo Brasil perante o mundo no Acordo de Paris, fruto da COP21”, conclui.

Perspectivas para a geração centralizada solar fotovoltaica no Brasil

A geração centralizada solar fotovoltaica, composta por projetos de usinas de grande porte, assim como tantas outras aplicações da tecnologia solar fotovoltaica no Brasil, tem se consolidado cada vez mais como uma fonte renovável de geração de energia elétrica com alto valor agregado à sociedade brasileira.

De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) a partir de dados oficiais, hoje já são mais de 2.000 megawatts (MW) em usinas de geração centralizada solar fotovoltaica em operação no Brasil. O número representa mais de R$ 10 bilhões em investimentos privados atraídos ao País desde 2014, que viabilizaram a geração de mais de 50 mil novos empregos locais qualificados pelo setor nas regiões onde os projetos foram implantados.

As usinas em operação geram energia elétrica limpa e renovável suficiente para suprir um consumo equivalente à necessidade de mais de 3 milhões de brasileiros. Adicionalmente, há mais de 1.500 MW em novos projetos em fase de desenvolvimento e construção, com início de operação prevista para até 2022.

Trata-se de energia elétrica não apenas limpa e renovável, mas também cada vez mais competitiva, ampliando a diversificação do suprimento elétrico de nosso País, hoje demasiadamente dependente de hidrelétricas e termelétricas fósseis. Isso contribui para o alívio de nossos reservatórios hídricos e reduz a pressão para outros usos estratégicos, como suprimento humano, agricultura, irrigação, processos industriais. Adicionalmente, garante a redução do acionamento de termelétricas fósseis, mais caras e poluentes, ajudando na diminuição de custos aos consumidores e na mitigação dos impactos do aquecimento global.

O mito de que a energia solar fotovoltaica era cara já caiu por terra. Atualmente, a fonte já apresenta um dos preços mais competitivos para a geração de energia limpa e renovável no mercado elétrico brasileiro, além de promover o alívio financeiro das famílias e o aumento da competitividade do setor produtivo no País.

Os números já impressionam, mas ainda estão muito aquém do potencial da tecnologia e das necessidades do Brasil. Com tantas virtudes, não seria o caso de o Governo Federal ampliar os investimentos em geração centralizada solar fotovoltaica?

O crescimento da fonte se dá majoritariamente pela participação do setor em leilões de energia elétrica organizados pelo Estado, por meio dos quais já foram contratados os 2.000 MW que estão em operação no Brasil.

O Governo Federal anunciou recentemente, por meio de uma portaria do Ministério de Minas e Energia, que fará seis novos Leilões de Energia Nova nos anos de 2019, 2020 e 2021, para expandir a capacidade de geração de energia elétrica do País, um excelente sinal de planejamento e continuidade para o mercado. A fonte solar fotovoltaica já participa dos Leilões de Energia Nova A-4, tendo apresentado resultados muito positivos.

No entanto, os certames com maior volume de contratação são os Leilões de Energia Nova A-6, dos quais a fonte solar fotovoltaica tem sido sistematicamente impedida de participar nos últimos anos.

Tal decisão tem frustrado as expectativas do mercado, bloqueado investimentos nacionais e internacionais estratégicos ao Brasil e prejudicado o desenvolvimento da fonte no País. O Governo Federal pode reverter este quadro e a ABSOLAR tem reforçado ao Ministério de Minas e Energia a recomendação setorial de que a fonte solar fotovoltaica seja tratada com isonomia e igualdade de condições frente às demais renováveis e participe dos leilões A-6.

Apesar de sensível aos argumentos da associação, nos últimos anos do governo anterior, esta injustiça não foi corrigida e os prejuízos à sociedade, ao setor e ao mercado continuaram. Não foi dada a necessária e clara sinalização por parte do Ministério de Minas e Energia de que este problema será devidamente corrigido ainda em 2019 e o setor aguarda tal anúncio pela equipe do novo governo o quanto antes.

Em setembro de 2019, haverá um novo leilão A-6, por meio do qual serão contratados gigawatts (GW) em novos projetos de geração, para entrada em operação até 2025. Ainda há tempo do Governo tomar a decisão correta, permitindo a participação da geração centralizada solar fotovoltaica no leilão.

O setor solar fotovoltaico está preparado e a postos para participar de todos os leilões A-4 e A-6, deste e dos próximos anos, contribuindo para a expansão renovável da matriz elétrica brasileira a preços competitivos. Queremos ajudar o País a crescer com competitividade e sustentabilidade e aguardamos ansiosos pela justa oportunidade de provar o nosso valor.

Que o bom senso impere!

* Ricardo Barros é Country Manager da Engie Solar Community Brazil

* Rodrigo Sauaia é Presidente Executivo da ABSOLAR

* Ronaldo Koloszuk é Presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR

Propostas para geração distribuída

Brasil Energia 

Aneel realizou primeira reunião presencial da audiência pública sobre nova resolução, com agentes propondo pontos não previstos na sugestão inicial da agência

A Aneel realizou nesta quinta-feira (21/02) uma das reuniões presenciais da audiência pública que discute as novas regras para a micro e minigeração distribuída no país. A proposta da agência é extensa e detalhada, com uma avaliação de impacto regulatório (AIR) que introduziu o reconhecimento de atributos, como redução de perdas na distribuição e transmissão, energia evitada (contratação de novas usinas centralizadas).

A agência também disponibilizou dados para simulações, com sensibilidade de acordo com os modelos de compensação que estão sendo estudados – nesta matéria, a Brasil Energia resumiu a proposta e o status atual da modalidade no país -, que permitem estimar impactos, por exemplo, no tempo de recuperação do investimento.

Mesmo com um amplo estudo, de 60 páginas, os agentes apresentaram na reunião pontos não contemplados na proposta. A ABSOLAR considera, por exemplo, que os benefícios sociais e ambientais, como a redução de emissões de CO2 e a geração de empregos (25 para cada MW instalado), devem ser devidamente valorados. Além disso, a associação sugere redução de prazos e uma fiscalização mais ativa do cumprimento de regras por parte das distribuidoras.

Outro ponto citado com frequência é a possibilidade de venda de excedentes dos sistemas, o que incentivaria consumidores com disponibilidade financeira e de terrenos a instalar uma capacidade maior que o seu consumo, se beneficiando da economia de escala. A Aneel sugere que o tema da comercialização poderia ser discutido em uma segunda audiência pública, já que esta trata especificamente do modelo de compensação de créditos.

Para o representante da Cogen na reunião, Leonardo Caio Filho, porém, essa é a oportunidade para discutir o tema, já que uma nova revisão deve acontecer apenas em 2022. “Embora não seja o objeto, esse é o momento para discutirmos. Não é tornar obrigatório, mas dar essa opção para o consumidor”, comenta.

A venda de excedentes também é defendida pela Abraceel, que cita a criação da figura do agregador de cargas, que poderia comercializar um conjunto de pequenos excedentes no mercado livre, por exemplo.

Outro ponto defendido pela Cogen, frisa Caio Filho, é a discussão em torno da tarifa binômia para consumidores com mini e microgeração distribuída. Esse modelo de tarifas separa o custo da energiado custo do uso da rede, algo que pode se sobrepor ao modelo que está sendo proposto pela Aneel, em que gradativamente os créditos de energia deixam de ser abatidos sobre todos os componentes tarifários.

“A sugestão da Cogen é no sentido de primeiro esgotar esse tema da tarifa binômia para depois estabelecer os gatilhos (montantes de capacidade instalada a partir dos quais novos modelos de compensação passam a valer)”, explica. Caio Filho reforça que é justo que as distribuidoras sejam remuneradas pelo uso da rede, pela medição e outros serviços prestados, mas isso deve ser feito de forma equilibrada.

Estão previstas mais duas reuniões presenciais para a audiência pública, uma em em São Paulo, no dia 14/03, e outra em Fortaleza, no dia 11/04.

Para além das diversas contribuições na audiência pública, o mercado tem buscado levantar preocupação da opinião pública com relação ao processo de revisão, que deve impactar a atratividade da modalidade para os consumidores. Alguns agentes inclusive lançaram petições online para que as regras sejam mantidas, enquanto o mercado é ainda incipiente – são 80 mil unidades consumidoras compensando créditos de geração, em um universo de cerca de 80 milhões de unidades consumidoras. São pouco mais de 700 MW instalados no país, diante de um parque de geração de 168 GW.

O mercado

Em estudo recém lançado, a consultoria Greener mostra o crescimento dos negócios em GD. um indicador importante é a evolução do volume de negócios por mês, por empresa. Em 2015, esse índice era de 5,9 kWp, passando a 13,6 no final de 2018. Outro dado que mostra a rápida evolução no mercado refere-se ao crescimento do número de integradores, que passou de 1.600 em julho de 2017 para 6.000 em janeiro de 2019.

“A entrada de novos integradores ativos no setor mostra o quão dinâmico e promissor ele é. Entretanto, o mercado ainda está encontrando os melhores caminhos para uma atuação sustentável. Cerca de 40% das empresas entrevistadas em nossa pesquisa indicaram que ainda não estão totalmente satisfeitas com a atuação no setor, especialmente em virtude dos baixos preços de comercialização praticados pela alta concorrência. As empresas entrantes ainda praticam preços muito baixos a fim de conseguir efetuar os primeiros projetos, o que deprecia o mercado, podendo torná-lo insustentável. Mas a boa notícia é que esse número já foi muito maior. Em nossa penúltima pesquisa, realizada no início do segundo semestre de 2018, o índice de insatisfação era de 70%”, conta Márcio Takata, diretor da Greener.

De acordo com o estudo, 55% dos municípios brasileiros já possuem ao menos um sistema deenergia fotovoltaico. A região Sudeste é a que mais concentra sistemas conectados à rede, representando 48% do total de 551, 6 MWp disponíveis, seguida pela região Sul e Nordeste.

Energia solar fotovoltaica atinge marca histórica de 500 mw em microgeração e minigeração distribuída no Brasil

O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos. 

Fonte: ANEEL / ABSOLAR, 2018. Última atualização 03/01/2019.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,5% das instalações do País.

A energia solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do Brasil, dentre eles: redução de gastos com energia elétrica, atração de investimentos, geração de empregos locais de qualidade, redução de impactos ao meio ambiente, redução de perdas elétricas na rede nacional, postergação de investimentos em transmissão e distribuição e alívio do sistema elétrico em horários de alta demanda diurna, como nos meses de verão.

Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 75,5% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,8%), consumidores rurais (4,3%), indústrias (2,7%), poder público (0,7%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,01%).

Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 43,2% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (35,7%), indústrias (10,3%), consumidores rurais (7,3%), poder público (3,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,3%) e iluminação pública (0,01%).

De acordo com a entidade, o Brasil possui hoje 49.177 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade ambiental a 60.090 unidades consumidoras, somando mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País. 

Fonte: ANEEL / ABSOLAR, 2019. Última atualização 03/01/2019.

O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: (i) a forte redução de mais de 83% no preço da energia solar fotovoltaica desde 2010; (ii) o forte aumento nas tarifas de energia elétrica dos consumidores brasileiros, pressionando o orçamento de famílias e empresas; e (iii) o aumento no protagonismo e na responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais dispostos a economizar dinheiro ajudando, simultaneamente, a preservação do meio ambiente.

“Celebramos com otimismo este avanço para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 83 milhões de unidades consumidoras e um interesse crescente da população, das empresas e também dos gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e coberturas para gerar energia renovável localmente a partir do sol, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos locais e qualificados”, comenta Koloszuk.

Para o CEO da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, o Brasil tem excelente recurso solar e possui condições privilegiadas para se tornar uma liderança mundial na área. Levantamento realizado pelo Ibope Inteligência em 2018 apontou que 9 em cada 10 brasileiros quer gerar energia renovável em casa. “Além disso, pesquisas realizadas pelo Ibope Inteligência em 2018 e 2017, pelo Datafolha em 2016 e pelo DataSenado em 2015 comprovaram que a fonte solar fotovoltaica conta com amplo apoio de mais de 85% da população brasileira”, ressalta Sauaia.

Ranking Nacional Solar Fotovoltaico

Para acompanhar de perto a evolução da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica nos estados brasileiros, a ABSOLAR desenvolveu um Ranking Nacional Solar Fotovoltaico, que compara as potências instaladas em cada unidade da Federação.

Atualmente, o Estado de Minas Gerais é o único a ultrapassar a marca de 100 MW e lidera o ranking nacional, com 21,80% da potência instalada no País, seguido pelo Rio Grande do Sul (15,7%), São Paulo (12,2%), Paraná (6,1%) e Santa Catarina (5,4%). 

Fonte: ANEEL / ABSOLAR, 2019. Última atualização 03/01/2019.

http://absolar.org.br/noticia/noticias-externas/energia-solar-fotovoltaica-atinge-marca-historica-de-500-mw-em-microgeracao-e-minigeracao-distribuid.html